Pular para o conteúdo principal

O Andamento do Site....

 Bom, meu site está ótimo… ou pelo menos deveria estar 😅

Mas mesmo estando bom, ainda dá para melhorar — e eu quero levar ele para outro nível.

Uma das melhorias recentes foi a adição da meta viewport:

<meta name="viewport" content="width=device-width, initial-scale=1.0"/>

Isso deixa o site muito mais flexível e adaptável para dispositivos móveis — o que é essencial, já que a maioria dos leitores acessa pelo celular.

Também corrigi alguns erros no CSS (para quem não sabe, CSS é o arquivo responsável pelo estilo do site — cores, fontes, espaçamentos, layout etc.). Tinha alguns probleminhas ali que já foram resolvidos.

Próximos passos:

  • Limpar o repositório

  • Remover arquivos inúteis

  • Organizar melhor as pastas

  • Deixar apenas o que realmente importa

Organização também é parte do desenvolvimento.

E por hoje é isso.
Em breve, mais atualizações 🚀

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Quando Ser Humano é Proibido

Este blog é meu refúgio. Aqui escrevo não apenas para lembrar, mas para sobreviver. Cada palavra é uma tentativa de organizar o caos que me cerca, de transformar feridas em cicatrizes que não doem tanto quando vistas de fora. Durante muito tempo, eu me escondi em um grupo de escola. Achava que lá poderia encontrar companhia, talvez até amizade. Mas o que encontrei foi um palco de crueldades. Um espaço onde o riso era sempre às custas de alguém, onde a lógica era tão BURRA que a bondade se tornava fraqueza e a maldade virava passatempo. Lembro-me do dia em que mandei um vídeo simples — eu, sorrindo, arrumando malas, vivendo. Algo pequeno, inocente, humano. Mas naquele lugar, ser humano era proibido. O retorno foi uma avalanche de figurinhas obscenas, xingamentos, ofensas que ultrapassavam a idade deles. Naquele universo distorcido, o errado era permitido, e o certo era punido. Eles chamavam isso de “ zoeira ”. Eu chamava de veneno. Sempre me acusaram de querer chamar atenção. Engraçado...

O que é ser normal?

 O que é, afinal, ser normal? Dizem que eu preciso “ser normal”. Mas quando olho ao redor, vejo gente repetindo as mesmas frases, rindo das mesmas coisas, imitando os mesmos gestos, rindo de xingamentos e desprezos, como se a vida fosse um teatro onde só existe um papel disponível. E se eu bato palma alto demais? E se eu sorrio mais do que a média? E se eu me empolgo, Se eu faço aplicativos, Programas para PCs, se sou feliz sem pedir licença? Isso me torna “anormal”? Então me pergunto: normalidade é só um sinônimo educado para mediocridade ? Já percebi que quando falam “seja normal”, o que querem dizer é: “seja como nós”. Ou pior: “apague o que te faz único, disfarce o que te faz diferente, se encolha até caber na nossa caixinha.” E o que sobra de mim depois disso? Nada. Se ser normal significa abandonar meus sonhos, minha forma de pensar, minha alegria espontânea, então eu não quero. Prefiro continuar sendo o “estranho”, o “diferente”, o “fora da curva”. Porque no fundo, norma...

Um evento que me marcou

Era 12:10. A sala estava um caos absoluto: risadas, papel caindo, conversas paralelas — impossível se concentrar. Eu tentava escrever, quieto, tentando não atrapalhar ninguém, mas por um momento precisei levantar a voz. Apenas isso. Foi nesse instante que a pessoa no comando da aula me encarou e disse, em tom alto e firme: — “Se você gritar de novo, você sai da sala! Estou com dor de cabeça!” O barulho desapareceu num instante. Dava pra ouvir até um alfinete cair. Mas aquele silêncio não nasceu do respeito. Veio do medo. Medo de falar, medo de existir, medo de errar diante de quem prefere impor autoridade em vez de construir diálogo. E o que mais me deixou revoltado foi a contradição absurda: a sala sempre faz barulho. Todo mundo reclama, todo mundo grita, ninguém se importa. Mas eu, que quase sempre fico quieto, fui o alvo. Um único momento de expressão, e fui punido. A escola punindo quem está mais à mão, ignorando o caos real, ignorando a verdade que incomoda. Esse episódio me mostr...