Em muitas instituições de ensino, o papel do professor deveria ser orientar, ensinar e incentivar os alunos. Porém, quando atitudes desiguais, machistas e despreparadas passam a ser ignoradas ou até defendidas pela própria escola, o ambiente educacional se transforma em um espaço de desconforto e injustiça. O professor em questão demonstrava comportamentos considerados machistas e tratava os alunos de maneira desigual. Além disso, suas explicações eram frequentemente superficiais e confusas, como se todos já fossem obrigados a dominar assuntos que ainda estavam aprendendo. Em vez de ensinar com paciência, muitas vezes transmitia a sensação de que a dúvida do aluno era um problema. Mesmo diante das reclamações e da insatisfação dos estudantes, a instituição passou a defender o professor, minimizando as críticas e ignorando os impactos negativos em sala de aula. Isso gerou um sentimento de desamparo entre os alunos, que passaram a perceber que suas dificuldades não er...
Anteriormente, eu gelava socialmente. Não tinha noção do quanto isso era benéfico para mim. Fui trouxa ao pensar que viver em minha própria companhia, com papel, lápis e dois amigos reais, era algo ruim. Por eu ser mais fechado, isso impactava diretamente meu desenvolvimento acadêmico e meu aprendizado no geral. No entanto, quando comecei a socializar mais, isso me trouxe amigos(a) — ou “amigos(a)” — que não eram reais. Antes, eu conseguia ter autocontrole sobre emoções como felicidade, raiva e tristeza, algo que depois de socializar eu não consegui mais manter da mesma forma. Esqueci todos os meus hobbies e as coisas que eu gostava, como programar e mexer com hardware. E fico surpreso ao perceber isso agora. Sinceramente, foi melhor mexer com um dispositivo embarcado com Windows CE 6.0 do que socializar. Porque com aquele embarcado eu pude aprender muito mais sobre hardware e atualidade. Era uma experiência útil, interessante e até social de certa forma. Mas depois que passei a soc...